terça-feira, 26 de junho de 2007

Documentos desapareceram da Federação

A cada dia a situação da Federação Paranaense de Futebol e do presidente afastado Onaireves Nilo Rolim de Moura fica pior.
Segundo a Tribuna do Paraná de hoje, o Núcleo de Repressão contra Crimes Econômicos (Nurce), da Polícia Civil, não encontrou na sede da entidade todos os documentos que procuravam. Boa parte simplesmente “desapareceu”. Mas não foi por mágica. Segundo a reportagem, “nas últimas semanas, caixas de documentos foram retirados da sede da entidade, no Tarumã - uma prática pouco comum. O Nurce deverá apurar que fim tiveram esses papéis e os motivos do desaparecimento”.
Como diria Cid Moreira: “E agora, Mister M?”
Mandado
A polícia já havia solicitado a entrega voluntária dos documentos, mas não foi atendida - daí o pedido do mandado de busca e apreensão. O advogado da FPF, Vinícius Gasparini, alegou que o afastamento de alguns funcionários da entidade pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva atrapalhou a entrega dos documentos. Mas apenas três dirigentes da FPF foram punidos pelo STJD, enquanto a entidade, segundo seu próprio site, tem nada menos do que 36 dirigentes, entre diretores, conselheiros e presidentes de comissões, além de dezenas de funcionários. O que torna essa desculpa bastante esfarrapada.
O delegado-adjunto do Nurce, Robson Barreto, segundo a reportagem, preferiu não dar detalhes da investigação, como a possibilidade de indiciamento criminal de Moura ou outros dirigentes da FPF.

Nenhum comentário: